Como É Envelhecer Em Outras Culturas? – Emílio Figueira


Quando os brasileiros pensam em como é envelhecer, a grande maioria pensa nos problemas que envolvem a terceira idade, a perda da independência, a perda dos amigos e companheiros, os problemas de saúde e até dificuldades de se fazer coisas simples, como ir à padaria ou conseguir chegar até o banheiro sozinho.

A verdade é que a terceira idade realmente é um momento de mudanças, passamos novamente a uma fase onde dependemos dos outros para fazer coisas do dia a dia, até nosso corpo muda, ficando mais frágil e menor do que era antigamente.

Mas isso não quer dizer que a velhice é vista da mesma forma em outros países e culturas. Quando penso em velhice, ou melhor dizendo, quando penso em idosos ativos e saudáveis sempre me vêm à cabeça os idosos orientais.

Eles provavelmente são as pessoas que melhor envelhecem na face da terra. Por esse motivo, é tão comum ver idosos orientais ainda trabalhando ou com uma aparência mais nova do que aquela que consta em suas identidades.

Tudo isso pode ser visto na bairro da liberdade, que abriga boa parte dos japoneses e chineses que moram no Brasil.

Mas não é só na forma física que se difere em como é envelhecer na China ou no Japão, a forma como se tratam os idosos nesses dois países também é completamente diferente do que vemos no Brasil.

Como é envelhecer em outras culturas

Como é envelhecer na China ou Japão começa pelo enorme respeito que a própria família e os estranhos têm com essas pessoas. A família dessas pessoas tem o maior orgulho de contarem os sacrifícios realizados pelos idosos em prol das suas famílias.

Como é o caso dos imigrantes japoneses que vieram ao Brasil para fugirem de guerras e conseguirem uma vida melhor para suas famílias. Outro ponto importante de como é envelhecer em outras culturas é que, nesses países, a velhice não quer dizer solidão ou dificuldades de fazer coisas simples do dia a dia.

Na China e no Japão, essa é uma fase considerada de sabedoria e respeito. Nesses dois países, os idosos são tratados com imenso respeito, e são exemplos de experiência que foi acumulada ao longo dos seus anos de vida.

Por exemplo, nessas duas culturas é muito comum os membros mais jovens procurarem os mais velhos antes de tomarem qualquer decisão. Mais uma vez, os idosos são considerados as pessoas mais sábias da família, por isso são comumente consultados pelos membros mais novos.

Essa fase é tão respeitada que o Japão existe um feriado nacional dedicado aos idosos, o Keiro no hi (Dia do Respeito ao Idoso).

Realmente como é envelhecer em outras culturas é totalmente diferente do que vemos na nossa sociedade, mas isso pode mudar.

Fonte:

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Emílio Figueira

Por causa de uma asfixia durante o parto, Emílio Figueira adquiriu paralisia cerebral em 1969, ficando com sequelas na fala e movimentos. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades. Nas artes, no jornalismo, uma vasta produção científica, é psicólogo, psicanalista e teólogo. Como escritor é dono de uma variada obra em livros impressos e digitais. Ator e autor de teatro. Hoje com cinco graduações e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem a Educação Inclusiva.

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