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Prof. Emílio Figueira


UMA VIDA DE POSSIBILIDADES !!!
Jornalista, Educador, Psicólogo, Psicanalista, Escritor e Teólogo, autor de mais 50 livros, textos para teatro, cinema e televisão!

Considerado um multiprofissional, Emílio Figueira, nasceu em uma romântica noite em setembro de 1969. Por uma falta de oxigenação no cérebro durante o parto, ficou com problemas de coordenação motora e na fala, uma deficiência chamada de paralisia cerebral, o que foi regado por longos e intensos tratamentos durante a década de 1970 na Associação de Assistência à Criança Deficiente, a AACD.

Naquele período, pessoas com deficiência eram “preparadas” para viver dentro dos muros das instituições, sendo assistidas por órgãos oficiais que financiavam esse isolamento do convívio social. Porém, no início dos anos 80, um grupo muito grande dessas pessoas resolveu “derrubar esses muros” e sair para conquistar espaços na sociedade. E Emílio, graças a Deus, foi um deles, lançando-se na vida em busca de muitas possibilidades…

Desde muito cedo, teve uma queda muito grande pelas artes, produzindo entre os 2 e 5 anos de idade, inúmeros desenhos e pinturas. Alfabetizado aos 5 anos, aos 7 já escrevia seus primeiros poemas e contos. Aos 11, saia da casa de meus pais em São Paulo, indo morar com seus avós maternos em uma pequena cidade do interior paulista, chamada Guaraçaí.

Um ano depois já escrevia reportagens para a “Folha de Guaraçaí”; aos 16, fazia o jornal praticamente sozinho, além de colaborar com outras publicações e rádios da região e, aos 18, formou-se em jornalismo técnico. Ter vivido oito anos nessa cidade foi fundamental para a formação de sua personalidade, onde através da convivência com aquele povo muita coisa está presente até hoje em seu dia-a-dia e nas suas melhores criações literárias!

Foi também aos 16 anos que publicou o seu primeiro livro, “Noites Guaraçaienses” com 56 poesias românticas, que teve duas edições vendidas em três meses.

Ao todo, já escreveu 92 livros, sendo que 40 jogou no lixo por considerá-los que foram apenas um exercício de estilo e ritmo de escrita, 47 foram publicados e o resto continua inédito, entre romances, contos, ensaios, poesias e infantis…

Escreve peças para o teatro, roteiros para cinema e televisão, ganhando um concurso internacional de Dramaturgia em 2000. Sempre fez inúmeros cursos de artes plásticas, literatura e música, história da arte e história da música além de pintar alguns quadros.

Aos 19 anos, mudou-se para Bauru, chegando a ser chefe-de-redação da Folha da Cidade, grupo que editava três jornais.

Em 1993, publicou “Vamos Conversar Sobre Crianças Deficientes”, pela Memnon Edições Científicas, livro que durante cinco anos foi adotado em cursos de psicologia e pedagogia.

Convidado no mesmo ano para escrever um livro sobre a história do Centrinho (o Hospital de Reabilitação de Anomalia Craniofaciais da USP/Bauru). Ali como bolsista desenvolveu uma paixão muito grande pela pesquisa, principalmente na área das deficiências. Em sete anos de hospital, escreveu cinco monografias e publicou trinta artigos científicos em revistas especializadas no Brasil e exterior. Foi nessa fase de hospital também que se especializou em “Deficiência e Comunicação Social”, depois em “Deficiência e Literatura” e, por último, em literatura infantil.

De repente, Emílio Figueira chegou a conclusão que precisava se preparar mais para novos desafios. Aos 33 anos, voltou a estudar como um novo desafio: chegar ao grau de cientista. No final de 2006, bacharelou-se em Psicologia pela Universidade do Sagrado Coração – USC/Bauru. Ser psicólogo era um grande sonho.

Voltou para São Paulo, fez mestrado em Inclusão Escolar pela FTC de Salvador/BA, com a monografia “A DEFICIÊNCIA DIALOGANDO COM A ARTE: Dos fatos históricos à inclusão escolar e social”, onde aborda o fazer artístico em três áreas interligadas: psicológica, inclusão escolar e mercado de trabalho, que deu origem ao seu livro com o mesmo nome.

Como pesquisador, continua pesquisando e escrevendo, passando de 80 artigos científicos publicados no Brasil e em oito países. Publicou em 2010 o livro INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA E DEFICIÊNCIA e em 2013 a obra PSICOLOGIA DA ARTE, ambos coletâneas dos seus principais artigos.

Entre 2008 e 2009, publicou dois importantes livros de sua carreira: “CAMINHANDO EM SILÊNCIO – Uma introdução à trajetória da pessoa com deficiência na história do Brasil” e a autobiografia “O CASO DO TIPÓGRAFO – Crônicas das minhas memórias”, vencedor do Prêmio Sentidos 2011 na categoria literatura.

Encontrou-se com a Psicanálise, estudando-a a fundo, fazendo cursos de formação e escrevendo artigos que deu origem ao livro ESCRITOS PSICANALÍTICOS. Até que a Sociedade Internacional de Psicanálise lhe aceitou em seu Doutorado Profissional. Desenvolveu e concluiu em 2009 sua tese que deu origem ao livro “A MEIA-IDADE DO SÉCULO XXI – Novos vazios sentimentais e sociais como desafios clínicos”.

Acumulando onze prêmios, principalmente como escritor, Figueira está chegando a marca de 50 títulos publicados. E entre eles um destaque é o seu primeiro romance “O HOMEM QUE AMOU EM SILÊNCIO – Entre o passado, o presente e o futuro!”

Tornou-se professor de diversas disciplinas no sistema de educação a distancia em algumas universidades brasileiras.

Convidado para palestras, Emílio tem viajado por todo o país, sempre falando em escolas, universidades, instituições, seminários e congressos para muitas plateias de professores, pedagogos, psicólogos, profissionais em geral, público diverso, famílias e pessoas com deficiência. O resultado desses encontros o levou a escrever os livros O QUE É EDUCAÇÃO INCLUSIVA e CONVERSANDO SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA COM A FAMÍLIA.

Em 2012, Emílio bacharelou-se em Teologia pela Faculdade de Ensino Teológico de São Paulo. Começou a realizar pesquisas e escrever seus primeiros estudos sobre problemas psicológicos no meio cristão, além de praticar o aconselhamento e a clinicar como psicanalista. Em 2014, doutorou-se em Teologia.

Outra grande novidade na vida de Emilio é estar participando da Companhia Olhos de Dentro, um curso de teatro voltado para pessoas com e sem deficiências. Apaixonado por esta experiência, Figueira pensava que o máximo que poderia fazer era ser um autor ou divulgador teatral. Mas descobriu que ele e tantas outras pessoas com deficiências também são capazes de atuar. Com isto, participou recentemente como ator do espetáculo “Cidade Cheia de Graça” que teve uma linda repercussão nos meios artísticos e com plateias lotadas em todas as apresentações.

A Psicologia Existencial fala que se uma pessoa nasce ou adquire uma deficiência, isso será uma fatalidade que ninguém pode mudar. Mas o importante mesmo, será o caminho que essa pessoa tomar. Ela pode se entregar à deficiência, passar a vida se lamentando e se escondendo, ou reagir, buscando uma vida cheia de possibilidades! E podemos afirmar que Emílio Figueira optou pela segunda. Qual será o seu limite?


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3 comentários

  1. Sou professora, gostaria de receber informações sobre Educação Inclusiva e Sobre o Ensino Especial.

  2. Sou assistente social, gostaria de receber publicação sobre o tema!

  3. Sou professora e gostaria de receber dicas de como lidar, com alunos com deficiência intelectual

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