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Livro digital gratuito sobre educação inclusiva para professores e pais


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Ao preparar o ambiente escolar para ser um espaço acolhedor das pessoas com deficiência, a tendência é considerar apenas questões referentes à acessibilidade ou à adoção de tecnologias que facilitem o andamento das atividades. No entanto, é imprescindível destacar o papel do docente frente a esse novo cenário de inclusão. Não se trata de transformar a escola em um centro de educação especial e sim de fazer com que as escolas e os professores sejam capazes de atender alunos com e sem deficiência em um mesmo ambiente, o da escola regular, permitindo que a inclusão exista de fato e como direito.

Essa tarefa não é simples. Foi a partir dessas questões que o pesquisador José Ribamar Lopes Batista Júnior, da Universidade Federal do Piauí (UFPI),decidiu ajudar gestores, professores e até mesmo pais a transitar por esse cenário.

Batista escreveu o livro Pesquisas em Educação Inclusiva: questões teóricas e metodológicas, lançado em formato digital e distribuído gratuitamente em três formatos, que reúne os resultados alcançados durante a trajetória de oito anos de pesquisa do autor sobre educação inclusiva. Ao retratar a realidade de três capitais diferentes, Batista mostra ao leitor, com a propriedade de quem acompanhou pessoalmente o trabalho de professores em sala de aula, tanto os casos relatados pelos professores entrevistados como suas reflexões sobre os papéis desempenhados por eles na perspectiva do Atendimento Educacional Especializado (AEE), modalidade de ensino adotada pelo Ministério da Educação desde 2009.

Além de relatos e reflexões, o autor apresenta aspectos referentes às legislações nacional e internacional além da descrição do público-alvo do AEE e os tipos de serviço adotados para essa modalidade no Distrito Federal, no Ceará e no Piauí.

“Falta ainda preparar o professor. Muitas das ações são realizadas porque o professor acredita na inclusão e procura recursos por conta própria, às vezes pagando do próprio bolso. Tenta fazer o mínimo para que a aprendizagem do aluno com deficiência aconteça. A escola e os gestores precisam dar mais apoio. Eles precisam se qualificar cada vez mais. Muitas vezes o professor se sente culpado porque sua estratégia não deu certo. Mas, como poderia dar certo sem uma estrutura, materiais e a preparação adequada desse professor?”, questiona o autor.

Pesquisas em educação inclusiva está disponível para leitura online e download no website da Livraria da Pipa. Autor e editores convidam os internautas a realizar o download e compartilhar o link para a obra nas redes e entre seus pares. Os interessados podem escolher entre as versões PDF, ePub e Mobi.

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Minhas principais entrevistas e artigos científicos sobre Educação Inclusiva, pessoas com deficiência e superação publicadas nos últimos quatro anos. Esse material você poderá utilizar livremente como conteúdo bibliográfico em seu trabalho. E ao final de cada uma eu coloco o modo certo de referenciá-las.

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Emílio Figueira

Por causa de uma asfixia durante o parto, Emílio Figueira adquiriu paralisia cerebral em 1969, ficando com sequelas na fala e movimentos. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades. Nas artes, no jornalismo, uma vasta produção científica, é psicólogo, psicanalista e teólogo. Como escritor é dono de uma variada obra em livros impressos e digitais. Ator e autor de teatro. Hoje com cinco graduações e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem a Educação Inclusiva.

Um comentário

  1. Legal conhecer este site. Fico feliz que tem outros “malucos” que gostam de estudar a questão da inclusão da pessoa com deficiência.
    Minha dissertação de Mestrado, estudo o Programa BPC na Escola, no município de Palmas – Tocantins e constato a “deficiência” de gestão do Poder Público, do Conselho de Direitos, das Instituições públicas e privadas, e a sociedade em geral que ignoram suas responsabilidades e possibilidades de mudança desta realidade na Capital do Estado, com 250 mil habitantes.
    Triste constatar o descaso de uma sociedade que ainda está em formação e que poderia/teria todas as condições de fazer diferente do que já está imposto – a exclusão! 🙁
    Enfim, vou acessar os livros disponíveis, tomar conhecimento destas informações e me apropriar ainda mais do assunto que muito me interessa, na busca de soluções coletivas para mudança desta realidade.
    Agradeço a inclusão digital para acesso a bibliografia. 😀
    Sucesso e abraços a distância… 😉
    Att,
    Amanda Vaz

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